NESTE 20 DE AGOSTO, DIA DO MAÇOM, DEVEMOS REFLETIR SOBRE O SER E O ESTAR MAÇOM

Neste 20 de agosto em que comemoramos o DIA DO MAÇOM, faz-se importante uma reflexão sobre o SER e o ESTAR MAÇOM. Ser maçom não é tão fácil como possa parecer, pois é necessário boa assiduidade aos trabalhos para conseguirmos um aprendizado mínimo, embora isso não seja suficiente, pois os ensinamentos em Loja são apenas o início, como que o preparo para que cada um se esforce na busca de outras fontes mais consistentes.
A filosofia maçônica é tão profunda que mesmo após anos e anos de esforço em busca da verdade, pouco ou nada ainda conhecemos. Esta é a razão da necessidade do nosso esforço diário, abrindo um livro em busca de conhecimentos maçônicos ou profanos, para que possamos reter o conhecimento maçônico tão importante para nosso desenvolvimento na Ordem. Muitos irmãos chegam aos nossos Templos com expectativas maravilhosas ou fantasiosas e, depois de algumas sessões, percebem que a “coisa” não é bem assim. Os maçons não são “seres especiais”, mas apenas homens com compromissos “diferenciados”, a maioria deles realmente livres e de bons costumes
Segundo a Ordem, a Loja, que é um conjunto de maçons, podendo ser também o local onde os mesmos se reúnem, tem a dimensão da terra. Enquanto cada uma das romãs que se encontram sobre os capiteis das colunas representa a Loja e sua universalidade, as sementes representam os Maçons. A união como estas sementes se encontram, quais irmãs, é o simbolismo de uma família unida e solidária que deve reinar no seio das lojas. O simbolismo da Loja-Romã-Universo lembra que esta família unida e solidária deverá ser oferecida sempre como “o exemplo de fraternidade“ a ser seguido, não somente pelos Maçons, senão também por “toda a humanidade”.
As romãs estão ali sobre as colunas, três em cada uma. Do lado esquerdo e do lado direito da porta de acesso ao Templo, que ultrapassamos toda vez que vamos às reuniões. Quando a vemos ali, sobre as colunas, guardando ao Templo, deveríamos fazer uma breve reflexão a respeito do seu significado, porque foi para isto que elas foram colocadas naquele local.
A harmonia, o espírito de união, a paz, o desejo de trabalhar pela Ordem e o compromisso de fazer desta o instrumento de amor (anagrama de ROMÃ) ao próximo, o Maçom sabe disto, são os deveres que nos levam ao Templo.
Agora, vamos ao Templo para que? Ir ao Templo para ser espectador? NUNCA.
O Maçom deverá ser sinônimo de ator, de líder, de condutor, nunca de um espectador. O Maçom não está na plateia. O seu destino é o palco. O Maçom é um construtor. Este é o nosso dever. Trabalhar pela nossa Loja e pela Maçonaria.
Então, para que tenhamos uma maçonaria melhor construída, uma Loja melhor construída, é necessário que antes, nós preparemos os construtores. Mas, não existe progresso sem comprometimento. E é dever de todos nós, Maçons, atendermos a esse chamado para nos tornarmos verdadeiros construtores sociais, demonstrando sempre essa família unida e solidária que procuramos ser.

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